Brinco de argola

 

Os brincos de argola eram acessórios primordiais no mundo feminino em 2000. Após esse período, eles sumiram por um bom tempo, sendo utilizados de maneira mais insignificante, mas, agora, voltou com tudo às passarelas, até mesmo os maiores estão reinando. 

Uma das grandes vantagens de se utilizar as argolas é a sua versatilidade. Há de diversos tamanhos, espessuras e cores. Além de combinar com todos os looks seja para o dia ou para a noitada.

A única “preocupação” que se deve ter é com o formato do seu rosto comprimento do cabelo. Dessa forma, seguem algumas dicas úteis:

 

COMPRIMENTO DO CABELO:

Curto

 Mulheres de cabelos curtíssimos podem e devem abusar de todos os tipos e tamanhos de argolas, pois ajudam a variar o visual, dando um toque de feminilidade. As argolas que possuem pedras são ótimas opções.

Mediano

 Mulheres com cabelo com corte estilo Chanel devem usar argolas pequenas ou médias. As mais delicadas são melhores opções.

Longo

 Mulheres com cabelos compridos são livres para usar argolas de todos os tamanhos e modelos de brinco, mas prefira as argolas fechadas para que não correr o risco do acessório enroscar nos fios do cabelo. Abuse dos brincos de argola customizados, com strass, pedras, dentre outros detalhes.

 

COMPRIMENTO DO PESCOÇO:

 

Longos

 Mulheres com pescoços longos devem optar por argolas maiores, pois valorizam o rosto e alongam ainda mais a silhueta.

 

Curtos

 As mulheres de pescoço curto devem optar por argolas mais modestas e menores, pois argolas grandes encurtam ainda mais. Outra dica é utilizar roupas mais decotadas, dando espaço para o brinco sobressair.

 

FORMATO DO ROSTO:

 

Rosto Triangular

Argolas pequenas e largas.

 

Rosto redondo

Argolas médias.

 

Rosto quadrado ou oval

Argolas largas.

 

Rosto pequeno

Argolas médias e grossas, que ampliem o rosto.

 

Rosto grande

Argolas de formato oval. Evite as pequenas e com formatos geométricos.

 

TIPO DE LOOK:

 

Look básico: para não carregar no visual, prefira um par de brincos mais discreto, argolas mais finas, tamanho médio e sem detalhes.

 

Look poderoso: vale à pena investir em um brinco mais poderoso, para chamar a atenção. Há as argolas maiores, mais grossas e com strass.

 

Antes de comprar as argolas experimente diversos modelos e saiba na prática qual modelo combina mais com o seu perfil. Não se esqueça de provar os brincos também com o cabelo preso, assim você terá uma visão melhor do seu pescoço.

 

Dicas extras:

 

As mulheres que usam óculos devem preferir brincos de argolas pequenos, em metal ou ouro, que combinem com a roupa, e não com os óculos. Não use os grandes e os modelos feitos com material parecido com o da armação.

 

Saiba escolher as argolas de acordo com a ocasião e o horário. Para o dia, escolha os brincos com menos brilho.

 

Está super na moda o efeito maxi. Mas quando se trata de argolas é melhor não abusar. Não use um colar grande, com um brinco de personalidade e uma pulseira marcante.

 

Você pode usar argola tanto de cabelo solto quanto de cabelo preso. Quando estiver com o cabelo solto a argola será um item a mais, por isso pode usar um modelo grande para ter um visual mais despojado. Já quando o cabelo estiver preso a argola precisa ser mais sofisticada, pois será o centro das atenções do look.

 

Para compor uma peça clássica, toda mulher deve ter um par de argolas. Os brincos de argolas além de dar uma quebrada na seriedade do visual, garantem mais feminilidade ao visual.

 

Em ocasiões muito formais os brincos de argolas não são bem-vindos, a não ser que sejam verdadeiras joias, como peças cravejadas em diamante ou com pedras preciosas.

 

Quanto maior a argola e mais fina, mais sensual e jovem você parecerá. Quanto menor e mais grossa você terá um look mais clássico e sofisticado.

 

Quando for comprar a sua argola além de preocupar com o modelo fique atenta a sua qualidade. Por isso, é preciso escolher lojas de confiança. A Virtual Joias tem ampla experiência no ramo joalheiro, por isso possui lindas joias com qualidade e preços acessíveis. Há argolas em ouro amarelo e branco em todos os formatos possíveis.

 

Curiosidades

 

Os brincos de argolas entraram de vez na lista dos acessórios favoritos das famosas. Atrizes, modelos e cantoras investem nessas peças para compor um look descontraído e com certo toque de sensualidade. 

 

 

 

 

HISTORIA DOS BRINCOS: Baseei-me no artigo “Earrings: History and Style Guide” de Susanne Kathol para a Fire Mountain Gems and Beads®, empresa norte-americana que comercializa insumos para a fabricação de bijuterias, como peças de metal e cristais de alta qualidade. Vamos acompanhar?

A história dos brincos vem sendo construída ao longo de milhares de anos. Seja como adorno, objeto de identificação cultural ou um sinal de riqueza e prosperidade, seu uso remonta a 2500 a.C. De acordo com algumas crenças antigas, pensava-se que espíritos malignos poderiam  penetrar o corpo de uma pessoa através de seus orifícios. Com o propósito de impedir que isso acontecesse, é que surgiram os primeiros brincos. Desde então, seu estilo e popularidade atravessaram o tempo influenciados pela condição econômica de seus usuários, pela moda e, por fatores sociais, porém, sempre se mantendo como parte integrante da indumentária das pessoas.

Originários da Ásia e Oriente Médio, os brincos se apresentavam em duas formas: as argolas e os pendentes mais elaborados. Eles eram usados de forma simples compondo vestes que designavam identidade religiosa, política ou tribal. Eram, também, indicadores de status social, sendo considerados um sinal de riqueza e prosperidade. Entre os marinheiros, ter uma orelha furada significava que o usuário do brinco havia viajado por todo o mundo ou cruzado a linha do equador. Além disso, era costume usar-se brincos de ouro como forma pagamento de um enterro apropriado, caso o marinheiro viesse a se afogar no mar. Os brincos também eram usados para acupuntura, acreditando-se que seu uso poderia auxiliar na cura de problemas de visão ou audição.

Durante o Império Romano, as mulheres ricas usavam os brincos para exibir seu status social. Por volta de 200 a.C., pedras preciosas como safiras, esmeraldas e águas marinhas eram largamente utilizadas para compor seu design. Na Idade Média, porém, a pobreza prevaleceu e as joias de metal declinaram nitidamente, embora o design tenha sido preservado e usado posteriormente. Durante esse período a atenção se voltou para os penteados e vestimentas mais elaborados, bem como os enfeites de cabeça. Como resultado disso, os brincos perderam muito de seu apelo.

Contudo, durante o século XVI, as golas altas desapareceram e os cabelos começaram a ser usados presos, no alto da cabeça, deixando o rosto à mostra. Dessa maneira, os brincos começaram a voltar. Durante os anos de 1850, no entanto, eles perderam popularidade mais uma vez, já que os cabelos passaram a ser usados cobrindo as orelhas e bonés e chapéus eram quase que obrigatórios. Além disso, a crença religiosa e o comportamento social da época associavam os brincos ao paganismo, à vaidade e aos excessos morais.

Com os anos de 1920, chegaram os brincos de pressão, fazendo com que as orelhas furadas caíssem em desuso. Muitos viram esses brincos como sendo mais higiênicos e apropriados do que os modelos tradicionais.

Já em meados do século XX, brincos de todas as formas e tamanhos se tornaram populares sendo que os modelos mais discretos eram usados durante o dia e os mais glamorosos ficavam reservados para as noites. Nos anos 1970, as orelhas furadas ganharam popularidade novamente e uma grande variedade de estilos foi mesclada, não importando mais o período do dia em que os brincos seriam usados.

Atualmente, podemos ver uma vasta gama de modelos usados tanto por homens quanto por mulheres. Dentre os mais comuns estão os brincos de pino, os candelabros, as argolas, os pendentes e os de pressão.

História dos colares

Colares, são jóias com significado, não são simplesmente peças de joalharia ou bijuteria que representam  uma espécie de anel longo usado ao redor do pescoço. Podem ser feitos e usados comojóias de cura e com magia e poder de protecção, força e cura.

Os Colares podem ser feitos nos mais diversos materiais, em joalharia, normalmente tem uma base de metal , e muitas vezes tem a acompanhar um medalhão ou pingente . Em Joalharia experimental, Joalharia contemporânea ou mesmo bijuteria artesanal, os Colares  podem também ser feitos nos mais diversos materiais alternativos, assim como tecidos e, às vezes também podem ter, conchas, rochas (principalmente jóias ), madeira e / ou outros tipos de materiais mais inovadores, das mais diferentes formas e tamanhos.

Os Colares são considerados como jóias, já desde a época das civilizações mais antigas. Acredita-se que o surgimento dos colares apresenta ser tão antiga como a Idade da Pedra. Os colares contam com uma história de cerca de 40.000 anos de idade. Naquela época, as pessoas criavam colares dos materiais que a natureza lhes proporcionava, como conchas de moluscos. Com a evolução dos tempos, os colares começaram a ser feitos de pedras, ossos, conchas e dentes de animais. Estes foram os materiais para fazer colares que se tornaram mais populares na altura. Após a descoberta de metais, como o ouro, prata e uma variedade de outros metais, foram utilizados para fazer colares para homens e mulheres.

Poderes dos colares

Os colares, desde a sua origem que eram cheios de significado e lhes eram conferidos poderes de, força, protecção, e cura. Os poderes e usos dos colares são muito parecidos com os do anel. O facto de inicialmente serem geralmente usados próximo ao coração, acredita-se que ajudam a trabalhar as emoções ou atraem e reforçam o amor. Na Wicca contemporânea, as mulheres muitas vezes usam colares de pedras para representar a reencarnação e a Deusa. O uso de colares de pedras aumenta as suas energias porque sente que se está a aproximar (amarrando) com seus próprios poderes. Assim, considera-se que os colares são muito mais poderosos do que quaisquer outras pedras, cristais de cura usados separadamente.